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Doutrinação ideológica nas escolas e universidades | DDTcast #04

“Garçom, cancela o goró! Desce aí um copo com dois dedos de teologia.”

No podcast de hoje, recebemos Miguel Nagib, o fundador do projeto Escola sem Partido, e Ana Caroline Campagnolo, que está envolvida no primeiro processo por doutrinação ideológica e abuso moral no contexto universitário.

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  • Estamos recalcitrando contra os aguilhões? Envie suas críticas, xingamentos, pedradas e manifestações de amor para contato@doisdedosdeteologia.com.br que você pode aparecer no próximo programa.

CONVIDADOS

Arte da vitrine: Everton Ribeiro
Edição: BiboTalk Produções (Maurício "Mac" Machado - mac@bibotalk.com)
Música de abertura: I'm Shipping Up To Boston - Dropkick Murphys
Voz da vinheta: Isaac Bardavid

 



  • Silvana Oliveira E Silva

    Sou professora universitária, formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, onde vivi por 6 anos como graduanda e 6 anos como pós graduada, e mais como cristã em meio a um ambiente que vocês chamaram de com “doutrinação generalizada”.
    Então, acho que existe sim uma tentativa de doutrinação.
    E q o movimento de recordar aos estudantes seus direitos, assim como os seus deveres e do professor, são legítimos.

    A qualidade do ensino superior no Brasil tem caído constantemente. E várias coisas são abusivas. Aplicar a lei é imperativo.

    O erro do programa é assumir isso como algo generalizado.
    Outro erro (generalizado rs) é não estudar a motivação que levou a isso, que é algo com menos pirotecnia do que “querem implantar uma Venezuela no Brasil”, e ir ao cerne da questão.
    Vendo pelo exemplo da universidade onde me formei, que teve seus prédios demolidos pela ditadura, e os alunos tratados como inimigos estatais (sou filha de militar, não me venham com o papo de que isso foi falácia), muita gente foi tratada como inimigo estatal sem o ser. Outros foram para o “dark side”, e foram professores dos que hoje fazem essa tentativa de doutrinação. Ainda, havia sim um aparteid cultural, em que a periferia e era tida como incompetente para frequentar universidades. Não acho que hoje vivemos o ideal. Nem que algum governo seja benevolente conosco. No final todos, esquerda e direita, só querem nos lascar enquanto se beneficiam de privilégios.
    Talvez um caminho que nos falte hoje é mostrar aos iludidos com ideologias falidas, que ninguém corrobora com a injustiça ou a perseguição. E que liberdade de pensamento é uma prerrogativa “inclusive” para cristãos. Agora, depois de anos de tretas com alguns colegas, é incompreensível para eles a visão de que não somos mais de nós mesmos, mas que somos cativos a outro: a Cristo.
    E como diz um amigo meu ex-ateu militante: Só o Espírito convence alguém assim de que Deus é Deus.
    Me preocupo com a radicalização pois hoje estou preparando uma palestra para os estudantes cristãos da universidade onde leciono. Abertamente, nos reuniremos no próximo mês. Isso é lindo. E não quero perder.
    E depois colocar como solução distribuir voucher para a galera…. discordo completa,ampla, completa e convictamente.
    De toda forma Parabéns por mostrar esse lado da questão e o movimento em si. Foi muito útil.

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